Após apelo de Fabion, Governo inicia instalação de leitos de UTI’s no Hospital de Augustinópolis

Por Dirceu Leno / Ascom FG
19/05/2020 21h04 - Publicado há 5 meses
A unidade hospitalar é referência para 23 municípios da região do Bico do Papagaio
A unidade hospitalar é referência para 23 municípios da região do Bico do Papagaio
Divulgação / HD

O deputado Fabion Gomes (PL) teve mais uma demanda atendida pelo Governo do Tocantins. Nesta terça-feira, 19, a indicação que solicita instalação de leitos de UTI´s, saiu do papel. Pelo menos 10 Unidades de Terapia Intensiva começaram a ser instaladas no Hospital Regional de Augustinópolis, para tratamento dos pacientes que necessitam de cuidados intensivos, sobretudo, os casos de Covid-19.

De acordo com Fabion, a unidade hospitalar é referência para 23 municípios da região do Bico do Papagaio, que somam população de 208 mil habitantes, porém não possui nenhum leito de UTI.

“Diante das dificuldades generalizadas, sobretudo, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, o que deixa a rede estadual de saúde na iminência de colapso, se faz necessária, com brevidade, a implantação de leitos de UTI’s no Hospital Regional de Augustinópolis. Através desta iniciativa, o governo atende nossa indicação a qual objetiva dar melhores condições de saúde para a população da região do extremo norte do estado”, justifica Fabion.

A medida, segundo ele, leva em consideração o grande fluxo de atendimentos e, principalmente, da quantidade de infectados pela Covid-19. “O hospital atende centenas de pacientes com outras enfermidades. Era preciso garantir dignidade para doentes com Covid-19, como também segurança para aqueles que tratam de outros males. Só tenho a agradecer ao governador Mauro Carlesse por atender nossa indicação”, comenta Fabion.

O parlamentar lembra ainda que está em constante diálogo com o Governo do Estado para que as obras de reforma e estruturação do Hospital Regional de Augustinópolis, seja concluída o quantos antes. “É preciso melhorar a estrutura do hospital, não é justo que a população fique esperando pela conclusão de uma obra que se arrasta desde 2013”, frisou.

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